Ultrassom Morfológico

April 19, 2017

 

Especialista: Dra. Amanda Fernandes Portella Liporaci

 

Formação: Formada pela Universidade de São Francisco – Bragança Paulista, Residência em Ginecologia e Obstetrícia, Certificada em Advanced Life Support in Obstetrics.

Especialização em Medicina Fetal

Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia.

 

Atuação:  Equipe de Ginecologia e Obstetrícia Matterclin e Hospital São Luiz Anália Franco.

 

 

 

A importância do Ultrassom Morfológico

 

Ao longo do seguimento pré-natal é recomendado que a gestante realize diversos exames ultrassonográficos no intuito de avaliar o crescimento e o desenvolvimento de seu bebê. Existem dois exames ultrassonográficos morfológicos que avaliam mais detalhadamente a morfologia do bebê. O primeiro ultrassom morfológico (US morfológico do 1° trimestre) deve ser realizado entre 11 a 14 semanas de gestação e o segundo ultrassom morfológico (US morfológico do 2° trimestre) entre 20 a 24 semanas de gestação.

 

Ambos devem ser realizados de forma rotineira, ou seja, devem ser realizados em todas as gestantes para identificar alguns fatores mais detalhados sobre o desenvolvimento do bebê. O exame do segundo trimestre permite avaliar a morfologia fetal, bem como o crescimento do feto, a quantidade de líquido amniótico e o grau de maturidade placentária. É extremamente importante ressaltar que esse exame não consegue identificar 100% das malformações fetais existentes, porém ele rastreia grande parte das possíveis alterações.

 

O ultrassom morfológico é realizado da mesma forma que os demais exames ultrassonográficos, por isso não existe a necessidade de se assustar com o procedimento.  Geralmente, a descoberta do sexo do bebê é realizada por volta dos 4 meses de gestação (ao redor de 16 semanas) no US obstétrico, mas caso não tenha sido possível confirmar o sexo fetal nesse ultrassom, o US morfológico consegue firmar esse diagnóstico.

 

 

 

 

Morfológico de 1º trimestre

 

Este exame é realizado entre 11 semanas e 3 dias e 13 semanas e 6 dias, mais precisamente quando o bebê estiver medindo entre 45mm e 84mm de comprimento da cabeça à nádega. 

 

Neste exame é realizada a medida da translucência nucal – utilizada como principal indicador para dizer se o bebê tem um risco alto ou baixo para ter alguma síndrome genética.

 

Além da translucência nucal e do osso nasal, outros marcadores poderão ser avaliados, dentre eles a análise dos fluxos sanguíneos,  o fluxo do ducto venoso, tricúspide e das artérias uterinas.

 

Objetivos do Exame

 

  • Datar a gestação com precisão. Isto é particularmente importante para aquelas pacientes que não lembram com exatidão a data da sua última menstruação. 

  • Avaliar o risco para Síndrome de Down e outras anomalias cromossômicas.

  • Diagnosticar casos de gestação múltipla (gemelaridade). O exame de ultrassom pode determinar se ambos os bebês estão se desenvolvendo normalmente e também se eles dividem a mesma placenta o que pode levar a alguns problemas durante a gestação.

  • Diagnosticar algumas anomalias graves que podem ser identificadas já nessa fase.

  • Detecção de doenças e riscos gestacionais: Por meio da história clínica, exames bioquímicos, exame físico materno, avaliação do Doppler das Artérias Uterinas e o cruzamento dessas informações, é possível identificar 90% das gestantes que terão Pré-Eclâmpsia Precoce e possibilitar o tratamento preventivo o que pode reduzir o risco da apresentação grave dessa doença pela metade.

  • Malformações: Permite identificar bebês que têm uma chance maior de apresentar malformações cardíacas.

  • Avaliação de Risco Personalizada

  • Detecção de Anomalias: A grande maioria dos bebês é normal. Independente da idade, qualquer gestante pode ter um bebê com alguma anomalia. Em alguns casos a causa dessa anomalia é uma alteração no número de cromossomos, como por exemplo a Síndrome de Down.

 

A única maneira de saber com absoluta certeza se o feto tem uma anomalia cromossômica é realizando um teste invasivo, como a ou a Entretanto estes testes invasivos têm um risco de perda da gestação de cerca de 1%.

 

Cabe ao casal a decisão de realizar ou não um teste invasivo para ter certeza se o bebê tem alguma alteração cromossômica. Em linhas gerais a recomendação atual é que os testes invasivos sejam realizados para as pacientes que possuem o risco individualizado maior que 1 em 300.

 

 

 

A maneira mais precisa de estimar o risco de ter um feto com Síndrome de Down é realizada associando informações sobre:

  • Idade materna;

  • Medida da Translucência Nucal (quantidade de fluido acumulado na nuca do feto);

  • Presença ou ausência do Osso Nasal;

  • Frequência cardíaca fetal;

  • Fluxo sanguíneo através da válvula tricúspide;

  • Fluxo sanguíneo através do ducto venoso;

  • Presença de outras anomalias anatômicas;

  • Dosagem de 2 hormônios na circulação materna (fração livre de β-hCG e PAPP-A).

 

Após o exame de ultrassom, com base nos fatores acima, o risco estimado para a Síndrome de Down poderá ser calculado de forma individualizada, através de um software licenciado. Após receber estas informações você poderá decidir se deseja ou não realizar um teste invasivo.

 

Independente do resultado deste exame ou da realização do teste invasivo, recomendamos que entre 20 e 24 semanas de gestação seja realizado o exame de ultrassonografia morfológica.

 

Segundo Dra Amanda Liporaci, “É imprescindível realizar o adequado acompanhamento pré-natal para prevenir diversos tipos de complicações que podem acontecer com a gestante. Isso inclui a realização de todos os exames ultrassonográficos necessários. Independente do status de saúde da mãe, as malformações fetais podem acometer qualquer feto, pois podem ser originárias de alterações cromossômicas desenvolvidas ao longo da formação do bebê.”

 

“Atualmente existem diversos tipos de tratamentos para as mais variadas malformações, porém, quanto mais precoce for realizado o diagnóstico, mais efetivo será o tratamento" – enfatiza a especialista em Medicina Fetal da Matterclin.

 

Na Matterclin o diagnóstico e o acompanhamento da gestante e do Bebê são primordiais. Nossa especialista em Medicina Fetal conta com todos os recursos necessários para que sua gestação seja acompanhada com o que há de mais moderno e atual na área.

 

E você? Já agendou a sua consulta hoje?

Estamos te esperando!

Matterclin - Saúde da Mulher

Tel: 011-2597 1361  ou 011-99013 7981 (Whatzapp)

http://www.matterclin.com.br/agendamento

Please reload

Posts Em Destaque

Grupo de Apoio Materno Matterclin

January 9, 2017

1/4
Please reload

Posts Recentes

December 20, 2019

February 4, 2019

December 21, 2018

October 23, 2018

October 19, 2018

July 27, 2017

Please reload

Arquivo
Please reload

Procurar por tags
Please reload

Siga
  • Facebook Basic Square

Rua Antonio Camardo, 1001 - São Paulo, SP 03309-060

Tel: (11) 2597 1361  ou (11) 97658-4083

  • White Facebook Icon

Médico Responsavel: Dr. Ricardo Andrade Freire 
CRM - 99798